Veja as fotos da partida entre Internacional e Coritiba
Clube gaúcho abre vantagem no primeiro tempo com Leandro Damião e Dagoberto
Veja as fotos de Internacional e Coritiba

Oscar, em lance da partida entre Inter e Coritiba
Foto: AE

Índio e Éverton disputam jogada aérea
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Leandro Damião e Oscar comemoram gol do Inter
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Dátolo em lance no Beira-Rio
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Damião recebe marcação de Demerson
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Dátolo passa pela marcação
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Acidente na Avenida Paulista fere duas pessoas
AE
Carro capotou na manhã deste domingo. Vítimas não tiveram ferimentos graves
selo
Dois automóveis bateram e um capotou no início da manhã deste domingo em São Paulo, no sentido Paraíso da Avenida Paulista. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), uma faixa da via ficou bloqueada por mais de três horas até que os veículos fossem removidos do local.
Duas pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas ao Pronto Socorro do Hospital das Clínicas, conforme informações do Corpo de Bombeiros. A faixa interditada foi liberada às 11h20.

Veículo Hyundai i30 após colidir com um Peugeot, na manhã deste domingo, na Avenida Paulista
Foto: AE
Outros acidentes mantinham interditadas, até às 14h40 deste domingo, faixas nas vias Alcântara Machado, na zona leste da capital, e a Avenida General Ataliba Leonel, na zona norte.
Por volta das 12h30, um carro colidiu com uma moto na esquina da Avenida Alcântara Machado com a Rua Hipodromo, sentido centro. Uma vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, que não soube informar seu estado de saúde.
Já na Avenida General Leonel um veículo e uma moto envolveram-se em um acidente às 13h40, causando interdição na faixa da direita. Duas vítimas foram socorridas, conforme informações da CET.
Eleitores gregos seguem divididos, mostram pesquisas
Levantamentos mostram disputa apertada entre coalizão de esquerda e conservadores a menos de um mês de nova eleição
Pesquisas de opinião divulgadas neste sábado mostraram que os eleitores gregos continuam divididos quanto aos candidatos às eleições parlamentares de junho. Na primeira eleição, em 6 de maio, nenhum partido conseguiu obter as cadeiras necessárias para formar governo, e três tentativas de acordo entre eles fracassaram.
Das quatro pesquisas divulgadas no sábado, duas colocaram a coalizão de esquerda, conhecida como Syriza, liderando as intenções de voto. Por outro lado, os outros dois levantamentos mostraram o partido conservador Nova Democracia na liderança.
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Morador de rua dorme em calçada de Atenas, na Grécia, atingida por dura crise
Foto: AP
Três das quatro pesquisas mostraram uma diferença de menos de 1,7% entre os dois partidos. As regras eleitorais da Grécia dão à legenda vencedora um bônus automático de 50 assentos no Parlamento de 300 lugares, de forma que mesmo uma diferença mínima pode ter um papel decisivo para determinar como será formado o próximo governo.
A Grécia foi forçada a convocar uma nova eleição no dia 17 de junho depois que a votação de 6 de maio deixou o Parlamento dividido igualmente entre os grupos que apoiam e se opõem às políticas de austeridade associadas a um fundo de resgate de 130 bilhões de euros, acordado com os credores em março desse ano.
O fracasso dos dois partidos que dominaram a Grécia durante décadas – O Nova Democracia e o Pasok - em conseguir ganhar uma maioria pró-resgate e o sucesso da Syriza, que é contra o resgate e ficou em segundo lugar na eleição, sacudiu a Europa.
A esmagadora maioria dos gregos quer manter o euro, mas se opõe às condições de austeridade acordadas com a União Europeia e o FMI.
Se a Grécia desistir do resgate, os líderes da União Europeia dizem que vão retirar o apoio, o que vai levar o país à falência e a uma saída do grupo de moeda única. Pesquisas têm mostrado que o Syriza e os dois partidos pró-resgate melhoraram seu desempenho às custas dos partidos menores. Isso significa que seja quem vencer agora ficará numa posição mais forte do que da última vez.
Alexis Tsipras, de 38 anos, líder carismático do Syriza, surgiu na campanha eleitoral como uma estrela, sendo catapultado para a linha de frente da campanha antiresgate. Ele atrai principalmente a juventude, num país onde metade dos jovens está desempregada, após cinco anos de recessão.
Ele diz que os líderes europeus estão blefando quando alertam que a Grécia pode ser forçada a sair do grupo de moeda comum, e que a Grécia pode exigir condições muito mais favoráveis porque os países da União Europeia estarão desesperados para evitar o custo da quebra do bloco do euro.
O Nova Democracia e o Pasok vão tentar assustar os eleitores que desertaram os partidos tradicionais, alegando que a eleição de Tsipras significaria o fim da filiação da Grécia na zona do euro.
Com Reuters
Veja imagens deste domingo no festival de Cannes
Estreia do filme "Amour", de Michael Haneke, reuniu astros na riviera francesa
ACESSE O ESPECIAL FESTIVAL DE CANNES
Domingo em Cannes

Isabelle Huppert e Jean-Louis Trintignant, astros do filme "Amour"
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O diretor Nanni Moretti, presidente do júri do festival, e a atriz Diane Kruger
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Os integrantes do júri de Cannes
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Os diretores David Cronenberg e Roman Polanski (esq)
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Astros protegem-se da chuva em Cannes
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A cantora Cheryl Cole
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Chuva em Cannes
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O diretor Michael Haneke, durante coletiva de imprensa
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O diretor Thomas Vinterberg (esq), durante entrevista em Cannes
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Thomas Vinterberg e Mads Mikkelsen, do filme "Jagten"
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Isabelle Huppert, Jean-Louis Trintignant e Michael Haneke
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A atriz francesa Isabelle Huppert
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A atriz Sarah Gadon é fotografada em Cannes
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Caleb Landry Jones, Sarah Gadon e Brandon Cronenberg, do filme "The Sapphires"
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O cantor Pete Doherty
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Paquistão bloqueia Twitter por mensagens com ‘blasfêmia’
Site é censurado por oito horas após se recusar a tirar do ar mensagens sobre concurso de desenhos do profetá Maomé
O governo do Paquistão bloqueou o acesso ao Twitter neste domingo após o site se recusar a remover posts considerados ofensivos ao Islã. O acesso ao Twitter ficou proibido no país por cerca de oito horas e foi restabelecido pouco antes da meia-noite (horário local).
Não está claro se o Twitter retirou as mensagens do ar ou se o governo voltou atrás por causa das críticas internacionais.
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Os “tweets” estavam promovendo uma competição no Facebook para que usuários publiquem imagens do profeta Maomé, de acordo com o presidente da Autoridade de Telecomunicações do Paquistão, Mohammad Yaseen. Para muitos muçulmanos, retratar o profeta é considerado blasfêmia.
Segundo Yaseen, o Facebook concordou em retirar as mensagens sobre o concurso, e por isso não foi bloqueado. Autoridades das redes sociais não comentaram o assunto.
Em 2010 o Paquistão bloqueou o acesso ao Facebook, Twitter, YouTube e outros mil sites por aproximadamente duas semanas por conta de conteúdo blasfemo.
O Twitter tem se tornado crescentemente popular no Paquistão nos últimos anos, incluindo entre seus usuários políticos e funcionários do governo.
Com AP e Reuters
Reino Unido inaugura monumento a britânicos mortos nas Malvinas
Mais de 600 veteranos participam de cerimônia em Alrewas, na Inglaterra, trinta anos após guerra com a Argentina

Veterano toca placa que integra monumento em homenagem às vítimas britânicas da Guerra das Malvinas
Foto: Reuters
Um monumento dedicado aos 255 britânicos mortos na Guerra das Malvinas, travada com a Argentina em 1982, foi inaugurado neste domingo em Alrewas, na região central da Inglaterra.
Mais de 600 veteranos e seus familiares participaram da cerimônia, que terminou com um voo de aeronaves usadas no conflito.
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Sara Jones, viúva do coronel H. Jones, que morreu na guerra, afirmou que as famílias buscavam um lugar “especial” ao qual pudessem ir. “É um lugar lindo onde podemos contemplar e lembrar em silêncio”, definiu.
O monumento principal é um muro de pedra de 1,92 metros com o formato da ilha. Há dois bancos e várias placas de granito em rochas tiradas das Malvinas, que o Reino Unido chama de Falklands.
A guerra começou após a invasão do arquipélago por forças argentinas enviadas pelo então ditador Leopoldo Galtieri.
O conflito, que acabou 74 dias depois com a rendição argentina ao Reino Unido, ajudou a pôr fim aos sete anos de ditadura argentina (1976-1983) e garantiu a reeleição da vencedora, a então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher.
Mas o desfecho do conflito de 2 de abril a 14 de junho de 1982, que terminou com 655 argentinos e 255 britânicos mortos, não acabou com a disputa pela soberania das ilhas do Atlântico Sul.
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Desde então, a Argentina tentou quase todos os métodos para que o Reino Unido aceitasse negociar a soberania, como estabelece uma histórica resolução votada pela Assembleia da ONU em 1965. O Reino Unido rejeita a discussão com o argumento de que os kelpers (habitantes das ilhas) querem continuar sob soberania britânica, instituída no arquipélago em 1883.
O recente envio à região de uma fragata britânica e do príncipe William em uma manobra militar alimentou essa tensão e levou a Argentina à ONU para acusar Londres de militarizar o Atlântico Sul. Em meio a esse aumento de tensões, os países do Mercosul e associados se comprometeram em dezembro a proibir a entrada em seus portos de barcos com bandeira das Malvinas.

Mulher presta homenagem às vítimas britânicas da Guerra das Malvinas durante inauguração de monumento na Inglaterra
Foto: AFP
Com BBC, AFP e EFE